Porque eu uso o Google Chrome

Google Chrome

Google Chrome

Hora de voltar a postar…

Depois de tanto tempo sem escrever (obrigado, faculdade), resolvo repentinamente aproveitar um momento chuvoso para falar um pouco sobre navegadores.

Quem ler meus posts antigos (todos os anteriores), vai perceber que eu usava o Firefox e o Flock, que na época era baseado no Firefox. Por conta do meu trabalho de conclusão de curso e da minha iniciação científica, instalei vários navegadores para testes, e acabei me acostumando muito, mas muito bem mesmo, com o Google Chrome.

De cara, o Chrome se difere do Firefox por sua interface minimalista. Ele oferece muito mais espaço para o site que se está visitando, e seus controles ficam todos em uma barra superior.

Com o uso, percebi que estava mais produtivo utilizando o Chrome. O que realmente tem me ajudado a ser mais produtivo é a super caixa de endereços do Chrome, conhecida como OmniBox, porque ela:

  • Possui o melhor auto-completar que eu já vi. São raras as vezes que eu digito mais do que três letras para acessar qualquer página. É integrada ao Google Suggestions por padrão, o que também ajuda bastante.
  • Quer fazer uma pesquisa no Google, basta escrever na OmniBox
  • Serviços de busca personalizados: é possível cadastrar buscas no Chrome por palavras-chave. Assim, caso eu queira fazer uma pesquisa no YouTube, basta eu escrever “y” e as palavras que eu queira pesquisar, assim “y ceo do futuro” retorna uma pesquisa do termo “ceo do futuro” no YouTube. É preciso configurar essas buscas, o que vamos aprender em um futuro próximo.

Além da OmniBox, as ferramentas de apoio ao desenvolvedor web que vem por padrão no navegador ajudam bastante, incluindo um depurador de javascript.

Pra encerrar, há ainda outros recursos que eu não uso, como a sincronização de histórico e favoritos (que ficam associados à sua conta Google) e o Speed Dial (miniaturas de páginas mais acessadas que aparece por padrão ao abrir uma nova aba).

Mozilla Ubiquity

Ubiquity

Ubiquity

Ainda em estágio experimental, o Mozilla Ubiquity é um complento do Mozilla Firefox, criado pela Mozilla Labs.

Seu objetivo é simples: integrar diversos serviços, que podem ser facilmente chamados utilizando-se linguangem natural.

Para chamar o Ubiquity, basta teclar ctrl+espaço (esse é o padrão no Windows, para configurar o Ubiquity basta acessar about:ubiquity):

Prompt do Ubiquity

Prompt do Ubiquity

Vamos brincar um pouco… Para pesquisar uma imagem no google, começamos a digitar:

Pesquisa por imagens

Pesquisa por imagens

Perceba que a opção “image-search” está selecionada (e que há outras opções de comandos, divirta-se testando-os). Vamos pesquisar por “Brasil”:

pesquisa imagens "Brasil"

pesquisa imagens "Brasil"

Veja que o painel da direita retorna uma prévia dos resultados. Pode-se tanto clicar na imagem (e visualiza-la no navegador) quanto teclar Enter e ser redirecionado para a página de resultados do Google Imagens.

Este foi um pequeno exemplo de como usar o Ubiquity. Ele já vem integrado com diversos serviços populares da Web, como Twitter, GMaps, Y!Maps, GMail, Y!Mail etc.

Também é possível criar novos comandos para o Ubiquity, bastanto para isso algum conhecimento de Javascript. Eu fiz um comando “cardápio” que mostra o cardápio do bandeijão do CESET, por exemplo.

A página do Mozilla Ubiquity é: https://labs.mozilla.com/projects/ubiquity/, onde é possível instalá-lo em seu Firefox.

Boa diversão!

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Em tempo: o código da extensão do Ubiquity para ver o cardápio do bandeijão do Ceset pode ser visto em: http://gist.github.com/127358

Tradução do Flock

Há pouco tempo foi lançado o Flock 2.0. Ele está sendo traduzido para português brasileiro, e você pode ajudar.
1 – Cadastre-se no site do Flock Brasil
2 – Cadastre-se no sistema de tradução
3 – Cadastre-se no grupo do google da tradução

E pronto, basta participar da lista e do sistema de tradução para ajudar na tradução do Flock!

(A imagem acima é do site Flock Brasil, feita pelo Lourenzo Ferreira)

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Dia do Rock

Hoje é dia do Rock. Para comemorar, a minha visão de um show de rock ‘perfeito’:

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DarkCopy

Precisa fazer um trabalho de escola mas não consegue se concentrar? Tem problemas com atenção? Uma tendência a fazer tudo menos aquilo que precisa ser feito?

Pois seus problemas acabaram (pelo menos parcialmente). DarkCopy é um editor web simples, com baixo contraste e tela cheia que evita que você se desconcentre. Uma idéia extremamente simples, mas muito útil: eu recomendo.

DarkCopy.com

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Haskell Guys – Novo Blog

Bom, eu e o Christian acabamos de lançar um novo Blog: o Haskell Guys. Esperamos escrever bastante sobre Programação Funcional e Haskell (ainda somos novatos com esses tópicos, vamos compartilhar nosso conhecimento na medida em que aprendermos).

A programação funcional é bem diferente da procedural, com a qual estamos acostumados. Ela é baseada em expressões, enquanto a última é baseada em comandos.

Não viu muito bem a diferença? Vou ser um pouco mais claro. Na programação funcional, não há variáveis ou qualquer mudança de estado, deve-se apenas escrever expressões (como funções na matemática) e o compilador se vira.

Um pequeno (e clássico) exemplo é a função fatorial em Haskell. Na matemática, calculamos o fatorial de um número natural como a multiplicação dele e de todos os  números naturais (com exceção do zero)  anteriores a ele: 5! = 5*4*3*2*1 = 60. Uma forma geral seria n! = n*(n-1)!, com a definição de que 0! = 1.
Como isso ficaria em Haskell? Simples:


fat 0 = 1
fat n = n * fat(n-1)

Alguma semelhança com a definição de fatorial?

Uma característica interessante da programação funcional é que seus programas costumam ser bastante estáveis, com poucas linhas de código e baixa manutenção. Mas esse paradigma nunca fez grande sucesso na indústria devido, principalmente, à baixa performance de suas aplicações e ao consagramento anterior da programação procedural.

Boa leitura desse novo Blog.

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Flock: o “Social Browser”

Logo do FlockHá algum tempo já que ouço falar do Flock, o Social WebBrowser. Só que na época não haviam lançado ainda um release estável, então não tinha testado-o ainda. Mas outro dia vi que haviam lançado a versão 1.1 e resolvi experimentar.
Mais de 10Mb de download (minha discada sofreu um pouco), instalador padrão (não faz muitas perguntas nem nada, só ir clicando Next). Abri-o plea primeira vez e me deparo com a tela de “import” semelhante à do Firefox. O Flock abre e tenho à minha frente uma tela semelhante à do FireFox, só que com uma barra de botões a mais: variadas e interessantes opções de recursos à um clique.
Abaixo um print screen do Flock com a barra “Accounts and Services” aberta e o menu com outros recursos (entre eles o Blog Editor, que estou usando para escrever este post):


Fica a dica para aqueles que querem facilidades para navegar pela Web e blogar.

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Cansei – Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros

Dias após o acidente com o vôo 3054 foi lançado, com a liderança da OAB-SP, o Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, conhecido como “Cansei”, que pretende mobilizar a sociedade civil para combater os abusos praticados pelos políticos.

cansei.jpg

A princípio, o movimento não pede nada demais: que dia 17/08/2007 (dia em que se contará um mês do acidente) os brasileiros de todo o país façam um minuto de silêncio em homenagem às vítimas, um protesto silencioso que una os cidadãos.

Google Developer Day

Ontem foi o Google Developer Day. Esta foi a primeira edição do evento no Brasil, e contou com umas 500 pessoas. Vi quase todas as palestras (só não vi a de Earth e a de Gadgets, tinha que voltar para Limeira :-( ), e gostei de todas elas. Abaixo minhas impressões sobre o evento.

1 – Local

Ruim para quem depende de transporte coletivo (como eu) e bom para quem viesse de avião ou morasse em São Paulo e tivesse um carro. A AMCHAM possui uma ótima estrutura física para eventos do gênero, é verdade, mas creio ser possível encontrar isso em lugares mais acessíveis (como o centro da cidade, ou a Paulista).

2 – Alimentação

Welcome Coffee realmente muito bom, com suco de laranja, café, doces e tortinhas salgadas. O almoço e os coffee-breaks também foram bons, mas no último coffee não tinha mais suco :(

3 – Palestra de Overview (Rodrigo Vale)

Muito boa a palestra, apesar de um pouco curta (creio que devido ao atraso inicial). Quem gostar de grafos, vai gostar da apresentação sobre “desafios do futuro” (não sei se disponibilizaram o material, pelo menos as palestras já estão no youtube). O palestrante ainda falou sobre como related-ads são uma ótima fonte de $$ e como a “liberdade de publicação” tornou a Internet popular.

4 – Palestra sobre a Google Ajax API (Chris Schalk)
Palestra muito interessante, uma das melhores, sobre como usar a Ajax API, que basicamente serve para o programador ter acesso a serviços de busca do google e leitura de feeds apenas programando javascript. Não gostei muito da tradução simultânea, e acabei assisitindo sem ela mesmo.

5 – Palestra sobre a AdWords API (Rodrigo Vale)

API para interagir com o serviço AdWords do Google. Basicamente, a idéia é que se desenvolvam aplicações que gerenciem contas do AdWords. Assim, todo mundo fica feliz: o anunciante, com aplicativos que facilitem a gerência de sua conta, o desenvolvedor, que poderá comercializar estes aplicativos e o Google, que teria pessoas desenvolvendo aplicações que vão aumentar o número de anunciantes.

6 – Palestra sobre a Maps API (Bruno Diniz)

API para construir aplicações usando os mapas do google. Totalmente javascript e relativamente fácil de usar, já vem com muitos recursos. Baseada em Listeners (alguém aí se lembrou do Swing?), o que é uma mão na roda para quem está acostumado com eles. Pra mim essa foi a melhor palestra.

7 – Palestra sobre o GWT (Chris Schalk)

Mais uma palestra do Chris, e mais uma vez sobre Ajax, agora o Google Web Toolkit (GWT). Este “kit” eu até já tinha estudado um pouco antes: fazer aplicações ricas para web em Java e depois converter tudo para javascript. Muito, muito legal. Com isso, é possível fazer aplicações ricas rapidamente sem se preocupar com os problemas do javascript.

8 – Adsense

Esta foi a última palestra que eu vi. Esta foi bem ao estilo “propaganda”. Palestra pouco técnica e bem comercial. Mesmo assim foi boa, passei a conhecer mais sobre como funciona o esquema do google adsense.

9 – Brindes

Não foi dessa vez q ganhei um google notebook! Hehe… Os bindes foram os de sempre: caneta, pasta, caderno e, é claro, camiseta.

Não deixem de conferir em http://code.google.com mais detalhes sobre as APIs.

Tao of Programing

Dizem que programação é uma ciência holística, que muitas vezes é preciso fé para que seu código comporte-se como esperado.

Se você nunca entendeu o poder da Iluminação  para codificar, leia: The Tao of Programming, e tudo ficará mais claro.

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